sexta-feira, 19 de agosto de 2016


A jornalista e estudante de Direito, Patrícia Lélis, foi indiciada pela Polícia Civil de São Paulo por denunciação caluniosa e extorsão, podendo ter sua prisão preventiva decretada a qualquer momento.

Acusando o deputado e pastor Marco Feliciano de estupro e até mesmo de sequestro, mas com provas concretas apresentadas pela defesa do pastor, como a divulgação recente de imagens das câmeras de segurança do Hotel San Rafael, no Centro de São Paulo, onde mostra Patrícia e Talma Bauer (assessor parlamentar de Feliciano) a quem ela acusa de ter executado o sequestro, conversando normalmente com ela na área da recepção.

Devido as provas apresentadas pela defesa do pastor contra ela, as investigações que antes eram contra Feliciano, agora é contra ela. Devido a suspeita da Polícia Civil de São Paulo de denunciação caluniosa e extorsão, e sobre uma gravação obtida pela polícia na qual ela teria ordenado que Bauer matasse um amigo dela. Bauer que também é ex-policial e está aposentado, teria se recusado a obedecer a estudante.

As investigações estão correndo desde que Patrícia fez uma denúncia formal, sendo que no dia 5 de agosto, a jornalista registrou um Boletim de Ocorrência na delegacia contra o assessor parlamentar do pastor Marco Feliciano, onde o Bauer chegou a ser preso, mas logo após prestar depoimento foi liberado.

A defesa de Patrícia Lélis está contestando o indiciamento, afirmando que a medida foi precipitada. Caso sejam somadas todas as penas dos crimes de denunciação caluniosa e extorsão, Patrícia pode pegar até 20 anos de prisão.

Na última quinta-feira (18), o deputado e pastor Marco Feliciano comentou o indiciamento da estudante pela polícia civil, onde reafirma que é inocente perante a justiça, afirmando que "boatos são boatos e nunca serão verdades".

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